Cerca de 40 patrulhas da Marinha e do Exército, apoiadas por meios aéreos tripulados da Força Aérea e por sistemas aéreos não tripulados da Marinha e da Força Aérea, encontram-se atualmente empenhadas em ações de vigilância e patrulhamento em todo o território nacional, assegurando uma presença permanente nas áreas de maior risco.
Esta presença contínua no terreno e no ar contribui para a deteção precoce de incêndios e de eventuais reacendimentos, bem como para a identificação de comportamentos negligentes ou ilícitos, em estreita articulação com as autoridades competentes.
No âmbito do Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR), as Forças Armadas mantêm igualmente quatro helicópteros: dois AW119 Koala, dedicados a missões de vigilância, reconhecimento e coordenação aérea, e dois UH-60 Black Hawk, empregues em missões de combate aos incêndios e na projeção de operacionais para zonas de difícil acesso.
Nas áreas onde decorreram incêndios de maior dimensão, encontram-se ainda empenhados três pelotões para ações de rescaldo e pós-rescaldo, dois em Vouzela e um em Santo Tirso. Em complemento, estão destacados dois destacamentos de engenharia em Vouzela, mantendo-se um terceiro destacamento pré-posicionado em Leiria, preparado para responder a eventuais necessidades operacionais.
No apoio às operações, as Forças Armadas asseguram igualmente o alojamento e a alimentação de bombeiros em Abrantes, bem como o apoio à operação dos aviões Canadair mobilizados através do Mecanismo Europeu de Proteção Civil.
As Forças Armadas mantêm-se empenhadas em apoiar as autoridades de proteção civil, contribuindo para a proteção das populações, dos bens e do património natural.